terça-feira, 30 de agosto de 2011

Josias Gomes se encontra com Ministra Ideli Salvatti


Em audiência com ministra Ideli Salvati, deputado Josias Gomes encaminha reivindicações de municípios baianos

O deputado federal Josias Gomes, do PT da Bahia, esteve na manhã desta terça-feira, 30, com a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvati. Na agenda, ações e obras reivindicadas por municípios de diversas regiões da Bahia.
Segundo Josias, a ministra Ideli Salvati cumpre importante papel no relacionamento da base de sustentação do governo com o Planalto, pela sua condição de ex-parlamentar e ministra da confiança da presidenta Dilma Roussef.
“Entre as reivindicações que levamos estão desde recuperação de estradas, a melhoramento de escolas, atendimento a questões comunitárias, obras, enfim, necessidades do dia a dia do povo baiano, buscando solução junto ao Planalto”, informou Josias Gomes. (Site Josias Gomes)

Sarau Bem Black - quarta-feira (31/08) - Sankofa African Bar Peoourinho!

Entrada Franca - Microfone aberto! Venha e traga seu poema!
A Vibração Poética da Blackitude é Positiva!!




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Em 1998, começou a trajetória musical de Leovaldo de Souza Lima, mas conhecido como Leo Soulza. Começou cantando Funk, inspirados nos Mcs cariocas Suel & Amaro, Márcio & Goro e Claudinho & Buchecha. Logo depois participou da formação do grupo Pop romântico “Grupo Áureos”, se apresentando nos colégios do Cabula e redondezas, além da cidade de São Gonçalo dos Campos. Começou então a fazer seu trabalho solo no Estúdio 3 H.O.T.S. (Three Heads On The Studio), que lhe rendeu a oportunidade de fazer uma participação com o grupo de Rap Elemento X.

Depois dessa participação fez parte de um dos grupos mais conhecido no cenário hip hop baiano que foi Afrogueto, fazendo diversos shows, inclusive dois deles com os Racionais MC’s. Junto com o Afrogueto, participou da final do IV Unifest (Festival Universitário de Música) na Concha Acústica. Fez participações também nas músicas “Curtindo um barato” que é o primeiro Single do grupo de Rap Loquaz e “Fale-me de amor” uma das faixas do CD do grupo 157 Nervoso (hoje “Niggaz 157”).

Atualmente acompanha o Mc Daganja, um rapper conceituado no cenário baiano, que lançou seu primeiro CD solo - Entre Versos e Prosas - no final de 2008. Desse projeto surgiram várias apresentações, incluindo o Carnaval 2009 no Circuito Osmar com Trio Bahia Sound System, homenageando os Sound Systems, junto com O Quadro e Sound System do Ministério Público. Com Daganja, participou do primeiro single do próximo CD do gangueiro, “Outra Vida”. E ainda participou do Vídeo clip com a música “Vai Buscar”, lançada em agosto no ano (2010) na MTV. Faz algumas apresentações com MC Armeng e Dj Leandro.
Tem seu trabalho solo voltado para o Rhythm and Blues (R&B) e Soul, inspirando em Usher e

Chris Brown, Ne-Yo, Brian Mcknight, Jeremih, Tyrese e outros. Já lançou o Single Basta Então da “Mixtape Lute” gravada nos Estúdios, Freedom Soul Record´s, Estúdio Coro de Rato e no Studio V.i.l.l.a. bem aceito na cena sopteropolitana. Acaba de lançar (agosto) a "Mixtape Lute".

Contatos: 71 8848-7661

Mais informações: www.soundcloud.com/leosouza

PT de Ibirataia vai enfrentar disputa de 2012 lançando o nome de Luiz Machado à prefeitura

(Fonte: Site do Josias Gomes)
Da esquerda para a direita, Ravi Machado, Josias Gomes e Luiz Machado
Estive reunido nesta segunda-feira, 29, com o nosso pré-candidato a prefeito de Ibirataia, Luiz Machado, traçando planos para a organização do partido visando o pleito do próximo ano. Ravi Machado, pré-candidato a vereador, também estava presente.
Recentemente, o partido promoveu reunião com grande participação de militantes e de pré-candidatos a Vereador.
Há praticamente uma chapa de candidatos a vereadores já formada, e com nomes capazes de fazer com que o partido tenha uma excelente bancada na Câmara.
Poleandro Santos, Marco Pina, Bismarck Novais, Antonio Dentista, Ariston, Valmir da Jacutinga, Cosme (Articulador do Território Rio das Contas), Ravi Machado, Fabio Slompo, Dedé da C 10, Rob Gol, Dé da Combi, Ozéas filho do co-pastor Joel, Arlei, João Canhoto, Silvestre, Djalma Moura, Tiubinha e Jocival, Juciene Bispo, Celia Alves Santos e Suze, são alguns dos nomes propostos.
Outra decisão do partido de fazer reuniões nos meses de outubro e novembro com vistas à formulação de um programa construído com todas as forças que se dispuserem a marchar juntas nessa luta.
Enquanto deputado federal e em função de minha experiência na política baiana, pude sentir a disposição dos companheiros de Ibirataia em enfrentar a disputa de 2012, com amplas chances de vitória.
O partido, inclusive, está disposto a abrir o diálogo com outras siglas da oposição local, visando a consolidação do nome de Luiz Machado na disputa pela prefeitura, que, pelos relatos, vem crescendo a cada dia.


Estudantes da UFRJ protestam e emitem nota de repúdio

www.alojamentoufrj.blogspot.com

Se não tiver DEMOCRACIA eu vou morar na reitoria!


Nós, estudantes moradores do Alojamento da UFRJ reunidos em assembléia no dia 18 de Agosto de 2011, viemos a público denunciar os atuais desmandos da atual direção do Alojamento Estudantil que conta com o apoio da Divisão de Assistência ao Estudantes - DAE e da recém-criada Superintendência de Assuntos Estudantis da UFRJ implementada este ano.
A Universidade brasileira sempre carregou em si as marcas da nossa sociedade: extremamente segregacionista, racista, elitista e antidemocrática, voltada para defender os interesses dos de cima, em detrimento de uma universidade vinculada às necessidades do nosso país, ou melhor, voltada para pensar os problemas do povo brasileiro.
Depois da saída da ultima diretora, que ficou no cargo por 20 anos, tomou posse uma direção que nos trouxe novas expectativas. Esperávamos que aquilo que experimentamos durantes anos fosse afastado do Alojamento. Ou seja, as decisões antidemocráticas, verticalizadas, sem a participação dos estudantes. Esperávamos que o Regimento Interno construído no último ano fosse colocado em prática. Neste caso o Alojamento seria administrado por um conselho e não por uma direção, como está expresso em vários cartazes espalhados pelo Alojamento. Todos os cartazes são assinados como “O Diretor da Residência Estudantil” e não como Conselho Administrativo da Residencia Estudantil – CONARE. Ou seja, mundanos para continuar como estávamos.
As decisões que forem tomadas desrespeitando o CONARE não serão reconhecidas. A Assembléia de Estudantes fará quantas denúncias públicas forem necessárias para que possamos avançar rumo uma GESTÃO DEMOCRÁTICA com tomadas de decisões horizontais.
O fechamento da sala de estudo, as mudanças do lanche do Alojamento, o recadastramento dos estudantes de maneira arbitrária, o desrespeito a cultura popular como a retirada das garrafas dos alunos, a realização do CONARE sem prévia divulgação das pautas e horários, fiscalização da lista de e_mail da assembleia através de alunos pelegos são algumas das medidas autoritárias e antidemocrática.
Repudiamos estas atitudes policialescas, antidemocráticas e de ataque a autonomia do movimento estudantil, que certamente inspiraria suspiros nostálgicos nos generais da Ditadura Militar.
Para não dizer que não falei de flores ...não temos nada ainda a dizer sobre flores!
Chamamos todos os estudantes a repudia qualquer decisão tomada de maneira vertical sem consulta ao estudantes através do CONARE.

Assembléia dos Estudantes da Residência Estudantil da UFRJ
18 de Agosto de 2011

domingo, 28 de agosto de 2011

“Esquerda no Brasil” será tema de debate


Evento acontecerá no teatro Tuca, em SP.


A editora Caros Amigos promove no próximo dia 30, às 20h30, o 1º Debate Caros Amigos sobre a esquerda no Brasil. O evento, que será em São Paulo, já tem confirmadas presenças como a do dirigente nacional do MST, Gilmar Mauro; do jornalista e professor José Arbex; da socióloga Victória Benevides; do jornalista, cientista político e presidente da Fundação Perseu Abramo, Nilmário Miranda, entre outros. 
O debate vai ocorrer no Teatro Tuca Arena, que fica na Rua Bartira, 1024, em São Paulo. Serão abertas 200 vagas, e as inscrições são gratuitas, pelo e-mail cicafigueira@carosamigos.com.br
A organização estuda a possibilidade do debate ser transmitido ao vivo pela internet.
(Portal do PT)

Pará já se prepara para decidir sobre divisão


Plebiscito no Pará: Lideranças petistas estaduais se manifestam.



No próximo dia 11 de dezembro os eleitores do Pará irão às urnas para decidir sobre a divisão do atual território. De acordo com a votação popular, o Estado poderá desmembrar as regiões de Carajás e Tapajós, cujo plebiscito foi aprovado pelo Congresso Nacional. Caso seja desmembrado, o atual território irá se transformar em três: Tapajós, Carajás e Pará.
Os paraenses vão votar sim ou não, após a realização de uma campanha muito parecida com as disputas eleitorais. A votação vai ser eletrônica. A propaganda contra e a favor da separação começa no dia 13 de setembro e termina no dia 10 de dezembro, no rádio e televisão, na internet, e com alto-falantes e amplificadores de som.
O assunto tem provocado muita polêmica no Estado e fora dele, com posições contrárias e favoráveis à divisão. Logicamente, os políticos do PT paraense não poderiam deixar de manifestar a sua opinião. Os argumentos são muitos e bem fundamentados, e tem como principal preocupação proporcionar o desenvolvimento social e econômico para a população.
O povo é o melhor juiz
O ex-deputado federal Paulo Rocha, presidente de honra do PT-PA, um dos principais articuladores da proposta do plebiscito no Congresso Nacional, defende que o povo é o “melhor juiz” para decidir a questão. “Acho que há uma legitimidade nas reivindicações com relação às diferenças regionais e o sentimento local nesse processo. E se a emancipação vai ao encontro da necessidade do povo de resolver o problema do desenvolvimento, da qualidade de vida, enfim, pela justeza que há na reivindicação. Eu sou favorável, portanto, que o povo se manifeste para não ficar aquela disputa de partidos, grupo político, etc”.
Com relação à crítica sobre a questão do alto investimento na estrutura burocrática para o pleno funcionamento de um novo estado, Rocha concorda que há uma precedência, mas para ele esse é o custo que a União teria para resolver o problema das diferenças regionais. “Uma vez se desenvolvendo, os novos estados recompõem, digamos assim o gasto que ali põem. Se for da forma de emancipação ou se for da forma de mais investimentos nas regiões para poder resolver o desenvolvimento, essa é uma questão que está posta no debate. No entanto, eu acho que a questão principal é a de o povo ser ouvido na questão da emancipação. Nós próprios do PT e dos partidos mais progressistas somos a favor da emancipação dos povos e, portanto, nós temos que colocar o povo como juiz dessas decisões”, argumenta.
“O Pará é um território grande para ser administrado e isto tem precedência no debate, no entanto, eu diria que a melhor estratégia para fazer a divisão seria num primeiro momento dividir em um primeiro pedaço, no segundo momento em outro. No entanto, eu acho que o povo é que vai ter que decidir isso. Está marcado o plebiscito para o dia 11 de dezembro e acho que vai ser um processo democrático, tranquilo, e o povo vai se manifestar, e acho também que o resultado vai depender muito de quem convencer melhor a população sobre as várias questões da divisão”, enfatiza.
Distorções
A deputada estadual pelo PT, Bernadete ten Caten, tem posição favorável à divisão do estado e destaca a dimensão geográfica do Pará como um dos grandes problemas para a sua população.
“Nós temos um Pára de mais de 1 milhão e 200 mil quilômetros quadrados, ele é três vezes a média do tamanho dos outros estados brasileiros. Então o sofrimento das pessoas que vivem muito distante da capital e da solução dos seus problemas é muito grande. Na verdade, é um sonho de mais de 30 anos que eu acompanho. E nós entendemos ser uma questão de justiça republicana, para se ter na verdade um norte do Brasil com maior presença de governo, com maior presença de gestão pública, de políticas sociais, de programas que solucionem a questão grave de segurança pública, de violência no campo, de ausência de médicos em hospitais públicos e uma educação que recebeu a pior nota do IDEB, divulgada agora bem recentemente”, afirma Bernadete.
“Nós temos um entendimento de que o foco da campanha ‘Sim Tapajós!’ e o ‘Sim Carajás!’ será embasada principalmente em uma demonstração de irmandade, de que todos ganharão, de que o Brasil ganhará, o norte do Brasil ganhará, o Pará e o povo do Pará ganharão, porque ao invés de termos um governo teremos três, e teremos mais parlamentares carreando recursos federais para solucionar problemas. E teremos também o povo mais próximo do governo para poder cobrar os seus direitos e implementar políticas públicas, aplicar bem o recurso público, teremos mais fiscalização do serviço e do recurso público”, argumenta.
Assim como Paulo Rocha, a deputada também discorda do argumento de que a divisão trará gastos excessivos para a União. “Na verdade é uma grande distorção dizer que se vai ter muito gasto com estrutura administrativa, com parlamento e com governo. Na verdade é uma distorção, porque o que nós teremos é um bom governo, e esse governo precisa ser indutor do desenvolvimento. Ele tem que trabalhar no sentido que haja interesse para que indústrias, investidores e empreendedores cheguem até esses locais e cheguem até esses novos estados”, afirma.
Luta histórica e cultural
A prefeita de Santarém, o segundo mais importante município do Pará, a petista Maria do Carmo Martins Lima é a favor da criação do estado de Tapajós. Caso ocorra a divisão territorial, Santarém, que é o principal centro socioeconômico do Oeste do Pará, poderá vir a ser capital do novo estado. A cidade está localizada a mais de 800 quilômetros de Belém e isso dificulta o acesso aos serviços públicos e aos programas, apesar do aumento da presença dos governos federal e estadual.
“Nós estamos muito entusiasmados, estamos acreditando que é possível obter uma vitória. Não vai ser fácil, é um desafio muito grande, mas com o apoio da população que mora na nossa região, na região do Carajás e de alguns que moram no novo Pará, eu tenho certeza que a gente consegue. Nós temos acompanhado os últimos estados que foram criados, nenhum deles deu errado, estão todos muito bem”.
De acordo com a prefeita, o movimento separatista existe há mais de cem anos na região, e se trata de uma luta histórica e cultural do Pará. “Nós nos sentimos muitas vezes mais ligados ao estado do Amazonas do que propriamente ao Pará, devido às distâncias que são de quase 900 km em linha reta”.
Ainda segundo ela, a discussão sobre qual seria a capital do novo estado de Tapajós ainda não está em pauta. “Nós ainda não estamos discutindo a capital, pode ser qualquer uma das cidades do Oeste do Pará. Santarém tem condições de ser pelo fato de estar estrategicamente localizada. Mas esta é uma discussão para um futuro próximo, neste momento o mais importante para nós é convencer as pessoas que vivem na região do novo Pará de que para eles também é muito bom à criação do novo estado” declarou.
A prefeita também lembrou o problema do tamanho do Pará como um dos principais empecilhos para o seu desenvolvimento social e econômico. “A divisão do Pará é muito importante para se obter uma descentralização que, a seu ver, é necessária devido ao fato de não se ter condições humanas e técnicas para administrar um estado dessa amplitude. Uma descentralização administrativa nunca é feita a contento, para que chegue a uma autonomia financeira. Pode até ter descentralização administrativa, mas os recursos nunca chegam e não são o suficiente”, argumenta.
Segundo Maria do Carmo, Belém é a única cidade que se coloca contrária ao projeto de divisão do Pará. Ela contra-argumenta: “Com a criação de três novos estados de Tapajós, Carajás e Novo Pará, eu tenho certeza absoluta de que o governo do Novo Pará poderá dar uma atenção maior para os 76 municípios que ficarão nesta região e sem dúvida também os governadores dos outros estados poderão dar a eles uma atenção melhor. O que nós sabemos hoje, é que os municípios da região do Novo Pará são a favor da criação, e quem se coloca um pouco contrária é Belém porque pensa que perde recursos, mas não perde. Nós temos riquezas naturais, riquezas turísticas, mananciais e uma proposta muito boa. Hoje nós somos uns dos 65 municípios indutores do turismo no Brasil inteiro, então nós temos todas as condições de tomar conta do nosso próprio destino. Existem alguns mitos de perdas que nós vamos desmistificar durante a campanha”, afirma a prefeita.
Após a realização do plebiscito e proclamação do resultado, caso a proposta da criação dos novos estados seja vencedora, o Congresso terá que votar a Lei Complementar. O prazo, segundo Maria do Carmo, é bastante apertado, já que o plebiscito será em dezembro. “Vai ser proclamado o resultado em dezembro e ganhando o plebiscito nós entramos em um ano eleitoral. Dificilmente isso será votado em 2012, a meu ver isso deve ser votado em 2013, que é um ano não eleitoral, para que nós possamos então estar nas eleições de 2014, já para eleger o primeiro governador do Carajás e o primeiro governador de Tapajós, se Deus quiser”, finaliza ela.
(Portal do PT)

Marta Suplicy diz ter quase obrigação de concorrer à Prefeitura

Senadora afirmou que sabe que pode ganhar durante evento em São Paulo


A senadora Marta Suplicy (PT) reforçou neste sábado (27) que se considera a pré-candidata do partido em melhores condições para disputar a Prefeitura de São Paulo em 2012.
- Sei que posso ganhar.

A declaração foi dada em discurso de 15 m, durante evento que reuniu militantes de Campo Limpo, bairro da na zona sul da cidade.

 Os outros quatro possíveis pré-candidatos do partido (senador Eduardo Suplicy, ministro da Educação Fernando Haddad, deputado Carlos Zarattini e deputado Jilmar Tatto) também tiveram 15 m cada para expor suas ideias à plateia. Marta disse que não aguenta ver a "desconstrução da cidade".

- Tenho quase a obrigação de concorrer à prefeitura.
 Ao fim do encontro, durante rápida entrevista à Agência Estado, Marta afirmou que acredita que o adversário a ser batido nas eleições do ano que vem será José Serra, do PSDB.

- Adversário não se escolhe, se enfrenta. Acredito que será ele (Serra) a ser batido, em virtude da conjuntura política e pelo papel que ele exerce. Vão (o PSDB) impor uma candidatura forte.

 O ministro Fernando Haddad, questionado sobre a possibilidade de racha no partido, já que são cinco pré-candidatos ao cargo, afirmou que "o clima não é esse (enfrentamento)".
- Há cordialidade e respeito pela trajetória da cada um.
 O deputado Jilmar Tatto deixou escapar durante sua apresentação uma preferência pela candidatura da senadora, caso a sua própria não vingue. Ele justificou aos presentes dizendo que Marta é importante pelo que ela "representa e representou no imaginário da população", principalmente dos mais pobres.
 Haddad, que tem apoio velado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, informou que sua trajetória acadêmica não o deixa em desvantagem na disputa. Segundo o ministro, o PT tem abertura para trajetórias diferenciadas, que estão na raiz da fundação do partido.
O deputado Carlos Zarattini recordou a reunião que teve com Lula na segunda-feira passada. De acordo com ele, Lula teria dito que não há problema na realização de debates e prévia para escolha de candidato do partido. Zarattini relatou que Lula teria garantido que qualquer um que vencer a prévia terá o mesmo apoio.
- Sairemos unidos, para trazermos de volta a Prefeitura para o PT.
 O senador Eduardo Suplicy defendeu a plataforma da renda básica da cidadania, caso seja escolhido como candidato do PT à Prefeitura. A lei que instituiu a Renda Mínima foi sancionada pelo ex-presidente Lula, determinando a adoção do benefício em etapas, a serem definidas pelo Poder Executivo. (R7)