segunda-feira, 12 de março de 2012

Professores das redes estadual e municipal paralisam atividades nesta quarta

Professores das redes estadual e municipal de ensino vão suspender as atividades nas próximas quarta, quinta e sexta (14, 15 e 16 de março). O movimento é iniciativa da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) para exigir o cumprimento do piso salarial, que teve reajuste de 22% no final de fevereiro deste ano. tambpem faz parte das reivindicações o envio de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) o segmento educacional e plano de saúde plano de saúde para os professores da rede municipal de ensino. Uma passeata será realizada na quarta-feira, a partir das 9h, uma passeata, saindo da Praça da Piedade. Na quinta-feira  representantes da rede municipal de ensino se reunirão na sede da Secretaria de Planejamento (Seplag) para cobrar a inclusão de um plano de saúde aos seus benefícios. Já na sexta, um debate sobre a previdência será realizado na Faculdade Olga Mettig, no bairro da Mouraria. (Correio / Política Livre)

PCdoB quer eleger 30 prefeitos e 300 vereadores na Bahia

O Comitê Estadual do PCdoB na Bahia aprovou neste sábado, um documento estabelecendo as metas do partido para as eleições de outubro. Entre as principais deliberações está a eleição de, no mínimo, 30 prefeitos e prefeitas, além de 300 representantes para as câmaras de Vereadores em todo o estado, com destaque para grandes centros políticos, como Salvador, Juazeiro, Lauro de Freitas, Itabuna, Guanambi e Vitória da Conquista. “A disputa nestes municípios terá caráter prioritário para o PCdoB, porque são centros políticos, em que temos viabilidade eleitoral. Por isso, a direção estadual reafirmou as candidaturas nestes municípios, colocando-as como prioritárias, por considerá-las candidaturas viáveis, no ponto de vista eleitoral”, informou o presidente do PCdoB na Bahia e deputado federal, Daniel Almeida. (Política Livre)

Freixo do PSOL terá Marcelo Yuka como vice na chapa

O deputado estadual Marcelo Freixo, do PSOL, pré-candidato à Prefeitura do Rio nas eleições de outubro, escolheu para ser o vice em sua chapa o músico e compositor Marcelo Yuka. Ex-baterista da banda O Rappa e conhecido por escrever canções de protesto contra a desigualdade social, Yuka, filiado ao mesmo partido do parlamentar desde 2010, ficou paraplégico depois de ser baleado, há quase 12 anos, em um assalto na Tijuca, Zona Norte da cidade, bairro onde mora. O anúncio oficial da chapa será feita por Freixo logo após uma reunião com integrantes do diretório regional do PSOL, prevista para ocorrer em duas semanas. O convite, já aceito por Yuka, foi feito pelo deputado na última sexta-feira, na casa do músico. Os dois vão se encontrar novamente hoje para iniciar a discussão do programa de governo. Leia mais em O Globo. Política Livre. Imagem: GOOGLE.

PSB não se aliará a Serra, diz Eduardo Campos

Governador de Pernambuco e presidente do PSB federal, Eduardo Campos decidiu não permitir que o diretório paulistano do seu partido se alie ao tucano José Serra, hoje o principal antagonista do petista Fernando Haddad, candidato de Lula. Eduardo alega que a campanha de São Paulo ganhou contornos nacionais. E afirma que seria um “despropósito político” ceder o tempo de tevê do PSB para que Serra ataque o governo Dilma Rousseff e, sobretudo, seu amigo Lula. A deliberação já foi comunicada ao prefeito Gilberto Kassab, principal aliado de Serra e parceiro político de Eduardo. Não será formalizada, porém, antes de junho, prazo limite para realização das convenções municipais. Tenta-se ganhar tempo para dissolver um impasse. Eduardo pende para o apoio a Haddad. Menos pelo candidato, mais por Lula. E o PSB-SP, hoje majoritariamente pró-Serra, gostaria pelo menos de construir uma alternativa “neutra”. Busca-se uma opção que permita à legenda fugir da polarização PT versus PSDB. Como? Constituindo na capital paulista um bloco de três partidos: PDT, PCdoB e PSB. Aproxima-os a aversão ao PT. Distancia-os o excesso de nomes. Leia mais no Blog do Josias. (Política Livre)

PSDB oferece secretaria em SP para ter apoio do PDT a Serra

Para firmar o apoio do PDT em um momento de turbulência na base aliada da gestão Dilma Rousseff, o governo tucano de São Paulo abriu espaço para o partido em sua secretaria do Trabalho e convidou de surpresa para a posse do novo titular da pasta José Serra, pré-candidato à Prefeitura da capital. A vaga no secretariado do governador Geraldo Alckmin faz parte de uma negociação para que os trabalhistas apoiem sua reeleição em 2014. O PSDB, no entanto, começou a se movimentar para tentar atrair o partido para a candidatura de Serra. O PDT está empenhado em lançar na capital paulista seu presidente, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força. A presença de Serra na posse do secretário Carlos Ortiz foi uma primeira tentativa de demonstrar prestígio à legenda e abrir caminho para as conversas. O PDT integra a base do PT em Brasília e apoiou a eleição de Dilma Rousseff em 2010, mas está próximo dos tucanos em São Paulo. O espaço aberto na secretaria estadual ao partido, no entanto, precede a pré-candidatura de Serra e está atrelada apenas à reeleição de Alckmin, sem vínculo com a disputa municipal.(Agência Estado // Imagem: GOOGLE)

PC do B ameaça PT em SP e negocia apoio a Chalita

A crise na base aliada que o governo federal enfrenta no Congresso passou a respingar na campanha do pré-candidato petista Fernando Haddad à Prefeitura de São Paulo. Depois do PDT e do PR, agora o PC do B, o mais tradicional aliado do PT nas disputas paulistanas, ameaça fechar uma aliança com o PMDB, do deputado Gabriel Chalita. Líderes do PC do B foram procurados há cerca de 10 dias pelo vice-presidente Michel Temer, principal articulador da pré-candidatura de Chalita, para conversar sobre a sucessão. Temer se encontrou recentemente com o presidente nacional do PC do B, Renato Rabelo, e com o ex-ministro do Esporte Orlando Silva. “Até duas semanas atrás era um namorico, agora está virando namoro sério”, diz um comunista, elevando a pressão sobre o PT, num momento em que a costura das alianças em favor de Haddad patina com a ausência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva das articulações – o petista postergou a volta ao cenário político após diagnóstico de pneumonia semana passada.
(Política Livre / Agência Estado)

Até líder do PT no Senado foi pego de surpresa com demissão de Afonso Florence

A queda de Afonso Florence pegou de surpresa petistas baianos de quatro costados como o senador Walter Pinheiro, líder do partido no Senado e membro da mesma corrente do ex-ministro do Desenvolvimento Agrário. Alguns deles participaram hoje pela manhã da festa de posse do baiano José Sérgio Gabrielli na secretaria estadual de Planejamento, sem perceberem qualquer sinal de que, à noite, Afonso cairia, apesar de a atuação do ministro sempre ter sofrido questionamentos na Esplanada dos Ministérios. Fato é que a queda de Florence tornou ainda mais difícil a permanência do deputado federal Sérgio Carneiro (PT), hoje suplente, na Câmara. Florence é deputado federal licenciado e volta para a Câmara, junto com Zezéu Ribeiro, que deixou a Seplan para Gabrielli.
(Política Livre)