quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Deputado Josias Gomes reúne-se com dirigentes do Consórcio do Sisal e compromete-se com a criação da Universidade Federal do Semiárido


Da esquerda para a direita, José Silva (secretário executivo do Consórcio), Carlos Santiago (prefeito de Ichu), Luceni (secretária de Agricultura de Barrocas), Cecília Petrina (prefeita de Itiúba e presidente do Consórcio), deputado federal Josias Gomes, Osni Cardoso (prefeito de Serrinha) e Danilo Ramos (vereador de Conceição do Coité)

O deputado federal Josias Gomes, do PT da Bahia, comprometeu-se, nesta quarta-feira, 14, com o projeto de criação da Universidade Federal do Semiárido. A proposta parte do Consórcio Público de Desenvolvimento Sustentável do Território do Sisal, na Bahia, que abrange uma área de 21.256,50 quilômetros quadrados.
O território é formado pelos municípios de Araci, Barrocas, Biritinga, Candeal, Cansanção, Conceição do Coité, Ichu, Itiúba, Lamarão, Monte Santo, Nordestina, Queimadas, Quijingue, Retirolândia, Santaluz, Serrinha, São Domingos, Teofilândia, Tucano e Valente.
Com 552.713 habitantes, dos quais 348.222 (63%) vivem na área rural, o IDH médio do território é 0,60. O Sisal tem 64.350 agricultores familiares, 2.344 famílias assentadas, 413 famílias de pescadores, uma comunidade quilombola e uma terra indígena.
Segundo expõem os dirigentes do Consórcio, à frente a prefeita de Itiúba, Cecília Petrina de Carvalho, “as causas dos problemas socioeconômicos do semiárido são multidimensionais, mas, a educação exerce papel de destaque”.
Em função dessa realidade é que os prefeitos e prefeitas do Território do Sisal propõem de imediato uma intervenção no setor educacional da região, através da criação da Universidade Federal do Semiárido.
Para viabilização do projeto os membros do Consórcio propõem a mobilização de recursos necessários, o que seria feito através de uma emenda de bancada ao Orçamento da União no valor de R$60 milhões, com a assinatura de todos os membros da bancada baiana.
Na opinião do deputado Josias Gomes, “a criação de uma universidade federal, portanto, pública, e do semiárido, significaria um grande avanço no propósito de orientar a pesquisa, o ensino e a extensão universitários para as necessidades da região onde essas instituições de ensino superior funcionam, o que vai representar um grande vetor para o desenvolvimento econômico e social de cada uma dessas áreas geográficas, com reflexos altamente positivos para o país como um todo”. (Site Josias Gomes)

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