sábado, 16 de fevereiro de 2013

Qual é o seu valor? (parte I e II) por Vivi Freitas

Eu ouvia muito a minha irmã dizer, que a mulher tem o seu valor, mas eu perguntava… onde está esse valor? Onde o posso encontrar em mim?

Ok! Jesus morreu por mim. Ele valorizou-me, mas o que é valor? Eu fazia essa pergunta no meu íntimo. E sabe… Deus respondeu-me.
Interessante, que Deus me mostrou quando eu estava a atender alguém muito especial. E vou dizer-lhe como eu via essa pessoa tão especial:
Eu vi potencial. Eu vi que quando ela quer algo, busca e soluciona o seu desejo. Ela é ativa. Ela é responsável. Ela é talentosa. Ela colabora contigo no que você precisa. Ela é serva consigo, como é comigo. Ela gosta de agradar e até mesmo de presentear e etc….
Enfim… ela tem muitas qualidades. Ela é uma bonequinha.
Mas… tem sempre algo que a faz sentir-se para baixo. O seu passado. O lidar com a acusação do que ela fez de errado, do que os outros pensam dela. Ela, muitas vezes, se comparava com a sua condição atualmente e das oportunidades que ela perdeu.
Ela errou no passado. Sentiu o que não poderia sentir e nutriu isso por muitos anos. E todas as vezes que ela falava no seu passado, era como se falasse de uma ferida aberta e os seus olhos falavam cheios de lágrimas.
Quando estava com determinadas pessoas, ela se inferiorizava porque a sua mente vagava no que essas pessoas lhe falaram. E, interessante, é que…. Essas pessoas falaram do que era certo, do que era justo. Porém… a aterrorizavam porque se sentia “condenada” e insegura.
Ela tinha medo de que o monstro do seu passado sempre a aterrorizasse. Mas, por outro lado, enquanto estava ativa com as suas responsabilidades, valorizava-se e acreditava em si mesma. Sabia das suas condições.
Continuarei no próximo blog falando desta amada pessoa, com a qual você, internauta… talvez se identifique e entenda quem tem sido para si mesmo.
Acompanhe!!!

PARTE II

O passado não era um testemunho de mudança para ela, mas algo doído. Atormentava, inferiorizava-se, sentia-se indigna de estar no meio de certas pessoas que sabiam do seu passado.

Todas as vezes que ela encarava com alguém que a lembrava do seu passado, era como se encarasse com o seu maior inimigo. E ela sabia que, no fundo, quando olhava, eles a amavam, mas, na sua mente… era sentir-se acusada.
Porquê acusada? Se já passou tanto tempo e aquelas pessoas nem mais falam a respeito?
Porquê sentir-se acusada se já não comete o mesmo erro do passado?
Porquê umas horas era forte e outras fraca?

Eis a grande questão.
A dúvida está lá no fundinho. Quase que não se vê. Mas ela está ali.
E, para se afirmar, ela tem que agradar às pessoas para retificar o seu valor. Muitas vezes, faz das “tripas coração” para atender à necessidade de cada um, justamente porque quer ser valorizada por outros.
Para si mesma, ela perdeu a credibilidade porque o seu passado está presente em algumas situações. E, por isso, trabalha muito. Sente-se incentivada por aquilo que faz bem. Isso ameniza a sua afronta com o passado.
Mas onde está o seu valor? Onde estão aquelas palavras de incentivo que ela dava aos demais, e porque motivo, na sua própria vida, não repercute o mesmo? Porque é que a Palavra de Deus não traz a mudança quando lê?
Porque… a preocupação em ser afirmada pelos demais não lhe permite encarar a realidade. Não a faz querer “ser” e sim agradar. Nisso ela prioriza ou valoriza mais aos demais do que a si mesma.
Minha amiga leitora, o seu valor está justamente…. em investir em si mesma. Na realidade da sua situação. Não no que os outros pensam e nem na afirmação dos demais.
Você tem valor.

http://vivifreitas.me

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