segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Deputado Popó inicia projeto de visita a escolas baianas

Parlamentar republicano conversa com estudantes sobre violência, bullying e uso de drogas
SALVADOR (BA) - O deputado federal Acelino Popó (PRB-BA) lançou o projeto “Bate papo com Popó nas escolas”, na capital baiana. O primeiro encontro com os alunos foi no auditório do SESI, no bairro Retiro. Cerca de 750 estudantes participaram do evento. O projeto surgiu a partir de uma visita do parlamentar em uma escola da rede pública de Brasília.

A direção do colégio se preocupou com o alto índice de violência e com o uso de drogas frequente por parte dos estudantes ao final das aulas e resolveu convidar o parlamentar para uma conversa com os alunos. O resultado foi positivo. Popó contou um pouco da sua trajetória de vida como pugilista, sua caminhada até o título mundial e sua eleição como deputado federal.

O debate no auditório do SESI focou vários assuntos como bullying, drogas, violência e outros problemas que atingem a adolescência. Ao final do evento, o deputado se juntou aos estudantes, que tiraram fotos e receberam autógrafos.

“Esse projeto deu certo porque estou muito próximo da realidade desses jovens. Durante a minha infância, fui vítima de bullying, convivi com pessoas que me ofereciam drogas. Enfim, conheço bem esse cotidiano nas escolas. Larguei meus estudos na quarta série do ensino fundamental e devido ao esporte não me envolvi com atividades ilícitas”, lembrou o parlamentar republicano, acrescentando que pretende desenvolver o projeto na maioria das cidades baianas.

Família e esportes

Em suas visitas às escolas, Popó sempre lembra que a família e o esporte são fortes aliados. Segundo ele, os pais precisam participar do cotidiano dos filhos, conversar sobre drogas, sobre a violência e discutir essas questões em casa. Ele ressalta que os pais precisam ajudar aos filhos a controlar as suas emoções. Ao mesmo tempo, o deputado afirma que no esporte os jovens encontram uma forma de aliviar o stress, criam responsabilidade porque começam a viver em grupo, e a cumprir regras e respeitar limites, incluindo os do próprio corpo.

Por Paulo Gusmão / PRB Nacional

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